Se você usa E-Z Pass e vai para de New Jersey  New York City, entre em contato com a Central de Atendimento do E-Z Pass e solicite o "Cartoon", assim, se você tiver 3 pessoas no carro  ( passe pelo CASH no TOLL para que o atendente conte as 3 pessoas). Ao invés de você pagar $15 para entrar em NY, pagará apenas $6.50. Repasse esta informação.

Para entender melhor sobre ENXAQUECA DE AURA !

Este vídeo éparta ilustrar a materia sobre Enxaqueca de Aura !

Enxaqueca de Aura !

Jun5, 2017-11:35 pm - Depois de sofrer por tantos anos  de um problema nas vistas e perguntar para tantas pessoas se sabiam o que poderia ser um raio em forma de arco brilhante, colorido que se movimentava para frente e para tras, aumentava e diminuia de tamanho e depois 20 a 30 minutos desaparecia, mas me deixava uma enorme dor de cabeça. Nunca tive uma resposta convincente, nem mesmo vinda de oftalmologistas.  Hoje tive uma destas crises fortes enquanto fazia o jantar e a solução foi desligar tudo, ir para um lugar escuro e esperar por aproximadamente 20 a 30 minutos que passasse. Isto acontece esporadicamente ... nunca notei se estava ligada à algo especial

Quando passou eu disse a mim mesma. Hoje eu descubro o que é isto !  Pesquisei no Dr. Google de todas as formas possiveis, até que finalmente descobri. Eu sofro de ENXAQUECA DE AURA !  Isto mesmo .... ví vários vídeos e realmente entendi o problema, o pior é que descobri que não há como evitar isto... então vamos levando. 

Se alguém mais tiver algo parecido, oesquise sobre este tema, que há inúmeras respostas. 

 

Sementes que a gente deixa cair por ai ....

Ele me disse que estava escuro, mas ele via meu rosto através da luz da lua e chegou a pensar que eu seria um anjo da guarda que Deus havia enviado para protegê-lo. Disse que lembrava perfeitamente de minha voz, falando docemente com ele como efeito calmante à dor que ele sentia

Jun 4, 2017 - 11:40pm Certa noite, cheguei para fotografar num restaurante que eu trabalhava sempre. Eu tinha nas costas uma mochila e nas mãos uma bolsa com acessórios de fotografia e um tripé. Quando entrei pelo bar, um amigo veio me cumprimentar e eu deixei cair o tripé, fazendo um estridente barulho que imediatamente fez com todos que estavam a beber no balcão, olhassem para  trás e eu fiquei muito sem graça.  Em seguida me desculpei,  peguei meu tripé e vi que apenas um rapaz não tinha se virado de volta ao balcão. Ele me olhava firme nos olhos com a testa franzida, de maneira encarada mesmo, como se buscasse algo no meu rosto. Tentei reconhece-lo, mas veio apenas uma vaga lembrança daquela pessoa que realmente não me recordei.  Mas a expressão interrogativa do rapaz depois de alguns instantes ganhou um ar sereno, quase como um sorriso. Continuei imóvel segurando o tripé e a bolsa, tentando entender alguma coisa. De repente ele se levantou, veio em minha direção e disse:

---  Posso lhe dar um abraço ? E eu respondi com outra pergunta... Porque você quer me dar um abraço?  Ele respondeu...  Eu te explico.  Ele então pegou o tripé e a bolsa das minhas mãos, acomodou num canto do restaurante e voltou para mim e me abraçou fortemente de  maneira tão especial, que parecia realmente querer me dizer algo ..

-- Sei que não deve se recordar de mim, disse ele,  mas eu me lembro perfeitamente do seu rosto, jamais o esqueceria.  Ai complicou ainda mais minha memória ingrata que já me fez passar por muitas saias justas.

Ele me disse --- Eu sou peão, monto em bois em rodeios e um dia você fez algo inesquecível  para mim.

Imediatamente minha memória me transportou à uma festa do Brasil que foi realizada fora da cidade de Newark, num complexo de cinemas que havia na época.   Mas  já havia passado tanto tempo... Oito, Nove Dez anos, não sei.  Eu estava fotografando o rodeio, quando vi que um peão caiu violentamente do boi, que pulava feito louco.  Eu estava na arquibancada bem próximo e vi quando os  socorristas o tiraram da zona de perigo e  chamaram a ambulância. Mas passado uns dez minutos, eu pensei ...Onde estaria o cawboy ?   Sai de onde estava e comecei a procurá-lo ao redor da arena, mas sem sucesso. Perguntei para uns e outros onde ele estava e ninguém sabia. Sai e dei uma volta por trás da cerca e o vi ali no escuro, sozinho, estendido na grama, imóvel. Perguntei algo e como não tive resposta cheguei a pensar que estivesse morto, estremeci. Sentei-me ao seu lado e senti seu pulso e tratei de reanimá- lo. Eu tinha uma garrafinha de água na mochila, passei água nas mãos e molhei sua testa e seu rosto.  Comecei a movimenta-lo freneticamente até que ele abriu os olhos, começou a falar, mas dizia coisas sem sentido de maneira debilitada e quase incompreensível. Eu não entendia quase nada, mas dava para sentir que ele estava melhor. A ambulância não chegava e eu voltei a acionar o 911 e eles disseram que já estavam a caminho. Fiquei segurando a mão do cawboy e falando com ele o tempo todo, às vezes voltava a molhar seu rosto. Minha preocupação era que ele dormisse ou se o deixasse ali, o pessoal da ambulância não o encontrasse e fosse embora sem prestar socorro.  Penso que eles levaram uns quarenta minutos pra chegar e quando ouvi o apito da sirene e as luzes piscando senti um alívio enorme.  Fui correndo até o portão de entrada que ficava à uns cinquenta metros dali e os conduzi até ao cawboy.  Os para médicos  fizeram-me  centenas de perguntas, mas eu não sabia absolutamente nada aquela pessoa,  estendida ali no chão, apenas disse que o vi cair e fiquei por perto.  Eles o acomodaram na maca, puseram–no na ambulância e o  levaram para o Hospital Universitário.

Isto já passava da meia noite  e quando vi eu estava quase sozinha no meio daquela escuridão.  Felizmente avistei uma amiga que caminhava em direção ao seu carro na saída e voltei com ela para casa. Antes de dormir,  pedi a Deus que o rapaz que nem sabia o nome, se recuperasse o mais rápido possível e voltasse às suas atividades.

Este reencontro com ele foi para mim algo que não tem preço, depois de tanto tempo, vê-lo ali bebendo, se divertindo, foi uma resposta imediata ao que me perguntei por tanto tempo.  Como estaria meu cawboy ? Ele me disse que estava escuro, mas ele via meu rosto através da luz da lua e chegou a pensar que eu seria um anjo da guarda que Deus havia mandado para protegê-lo. Disse que lembrava perfeitamente de minha voz, falando docemente com ele, produzindo um efeito calmante à dor que ele sentia e havia ficado tres dias no hospital. Conversamos por longo tempo até que eu me lembrasse que tinha ido alí para trabalhar. Esta experiência foi algo realmente especial em minha vida. 

Eu não gosto do agradecimento mecânico como uma coisa fria, como “Toma lá da cá” .  Às vezes eu peco por isto, mas gosto de agradecer de maneira sutil, de forma um pouco mais surpreendente e se possível com ações, quando a pessoa menos espera.  As palavras que digo são absolutamente  sinceras e jamais conseguiria dizê-las se me senti ofendida de alguma forma.

 Se ele tivesse me ligado na segunda-feira agradecendo não teria a metade da emoção que tive depois de tanto tempo.  Acho as coisas que fazemos com o coração, são como sementes que jogamos ao  vento e  Deus nos manda frutos muito doces como resposta.

Escrever.... é algo que me encanta.

Olá amigos, eu sou a Vera Reis que muitos conhecem em minha comunidade. Faço fotografias, alguns eventos e sou colunista social do Jornal Brazilian Voice. Tenho inserido textos, como uma forma de comunicação com meus amigos  nas redes sociais. Gosto de tirar fotografias, mas não gosto muito de ser fotografada. Confesso que fico totalmente tímida diante de qualquer tipo de câmera. Escrevo o que há em meu coração e o que gostaria de dizer a alguém naquele momento, mas nem sempre isto é possível. Então, acho que através da escrita, posso dizer o que gostaria, rever meu texto, pensar na positividade do que estou dizendo de maneira que eu possa acrescentar algo a quem estiver lendo. Espero que gostem de minhas postagens. Se gostou, compartilhe com seus amigos também.